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Cada produto retirado da Natureza tem um propósito e um poder medicinal incrível, veja aqui alguns dos nossos produtos e saiba para que eles servem...
Para que Serve?

Acerola
Malpighia glabra

A acerola, também conhecida como Cereja das Antilhas, o nome foi originalmente adaptado pelos colonizadores de Puerto Rico, devido à sua similaridade com a fruta Acerola, conhecida pelos espanhóis. Em climas tropicais como o Brasil a planta pode produzir até 5 colheitas por ano. As frutas, suculentas e moles, são conhecidas como a mais rica fonte de vitamina C natural. O uso da Acerola está relacionado terapeuticamente com a vitamina C e, portanto é útil no crescimento e manutenção do organismo, contribuindo para o fortalecimento do sistema imunológico e atuando como preventivo de gripes, resfriados, inflamações e sangramento das gengivas. Deve-se considerar também sua importância como antioxidante evitando a formação de radicais livres preservando, dessa maneira, as células e a atividade de outras vitaminas (A, E, B1, B2 etc.) no organismo, além de participar de diversas funções fisiológicas como síntese do colágeno (rejuvenescimento da pele), estimula o sistema imunológico combatendo resfriados, distúrbios na coagulação sanguínea e lesões hepáticas. Possui também, em sua composição química, proteínas e sais minerais como ferro, cálcio e fósforo necessários em tecidos do organismo como a pele (revitalizante), ligamentos, articulações, ossos e dentes. Desta forma, a Acerola auxilia na manutenção do crescimento, regeneração celular atenuando os efeitos do stress.

INDICAÇÕES
­ Estadas carências de vitamina C, antiescorbuto.
­ Stress e fadiga.
­ Gravidez.
­ Gripes e resfriados.
­ Afecções pulmonares, do fígado e da vesícula biliar, hepatite virótica, varicela, poliomielite.
­ Possui ação antioxidante, auxiliando na manutenção do crescimento e regeneração celular.
­ Coadjuvante no tratamento contra envelhecimento precoce da pele e no condicionamento capilar.


Alcachofra
Cynara scolymus


Alcachofra é um fitoterápico que possui atividade no sistema hepatobiliar e metabólico simultaneamente. Muito utilizada para ajudar a diminuir os níveis de colesterol e a pressão arterial, a alcachofra tem seu extrato conhecido desde o século XVI. Originária da região mediterrânea, onde é também cultivada. Hoje, é difundida mundialmente, sendo as folhas amplamente utilizadas em preparações fitoterápicas, como auxiliar do funcionamento da vesícula biliar, fígado e rins. Além disto, é muito apreciada como um alimento tônico e afrodisíaco. A Alcachofra é um fitoterápico indicado no tratamento de dispepsias hepatobiliares (digestão lenta, gases, intolerância a gordura, náusea) devido a sua ação colagoga e colerética (secreção da bile) é hipolipidêmico prevenindo, assim, a aterosclerose (diminuindo a possibilidade do depósito das gorduras nas vias sanguíneas). Graças aos ácidos clorogênicos (cinarina), princípios ativos contidos na Alcachofra que atuam aumentando a secreção e fluxo biliar favorecendo a eliminação das gorduras (colesterol e triglicerídeos), facilitando a digestão e inibindo o fator espasmódico (gases intestinais), normalizam o ritmo das necessidades fisiológicas regularizando as funções intestinais. A Alcachofra atua também, como diurético eliminando o ácido úrico (gota), uréia e reduzindo edemas (retenção de água). A Alcachofra é um fitoterápico de baixo valor calórico e baixo teor de gordura, rico em fibras e ferro, sendo indicado em dietas de pessoas com constipação intestinal, anemia carencial e nos regimes de emagrecimento. Por conter muito ferro, é útil na anemia e no raquitismo.
No Brasil, a alcachofra constitui uma das plantas com maior número de produtos farmacêuticos no mercado, indicados também como coleréticos e colagogos.
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INDICAÇÕES
­ Dispepsias hepatobiliares: como colerético e colagogo.
­ Inibidor da biossíntese de colesterol hepático.
­ Hipercolesterolemia: como redutor do colesterol e triglicerídeo séricos e antioxidante do LDL colesterol.
­ Preventivo da aterosclerose: preventivo dos processos oxidativos das lipoproteínas sangüíneas e redutor dos níveis de colesterol através do efeito colerético, eliminação e inibição da biossíntese de colesterol hepático e atividade antioxidativa do LDL.
Estados em que de requer um aumento da diurese, cistites, urolítiases, hiperazotemia, hiperuricemia, gota, hipertensão arterial, edemas, sobrepeso acompanhado de retenção de líquidos.


Alho
Allium sativum





O alho é consumido como alimento e como medicamento desde a antiguidade. Algumas das primeiras referências a essa planta medicinal e culinária são encontradas em quadros de barro da Suméria datados de 2600-2100 a.C. O alho era um medicamento importante para os egípcios antigos, aparecendo em 22 dos mais de 800 medicamentos listados no famoso papiro de Ebers. O alho é nativo do sudoeste da Sibéria, de onde teria se distribuído pela Europa através das cruzadas. É conhecido na Europa como planta medicinal curativa desde a Idade Média, devendo sua popularidade aos monges beneditinos, que o cultivavam nos jardins de seus mosteiros e era utilizado no tratamento de uma série de doenças contagiosas. Além das propriedades antimicrobianas, o alho foi supervalorizado pelos povos da Europa e do Oriente por seus efeitos no coração e na circulação. O Alho é um suplemento notável, pois possui em sua composição vitaminas (A1, B2, B6, C), aminoácidos, proteína, adenosina, sais minerais (ferro, silício, iodo) além de enzimas e compostos biologicamente ativos como a alicina (responsável pela maioria dos efeitos).

INDICAÇÕES
­ Hipertensão arterial, hiperlipidemias, arterioscleroses, arteriopatías, palpitação intermitente, retinopatías, prevenção de tromboemboloismo.
­ Hiperuricemia.
­ Coadjuvante no tratamento de diabetes.
­ Infecções genito-urinarias (edemas do efeito diurético das fructosanas, a alicina e seus derivados são excretados basicamente pela via renal): cistites, ureterites, uretrites, pielonefritis, urolítiases.
­ Infecções respiratórias: gripe, resfriados, sinusites, faringites, bronquites, enfisema, asma.
­ Parasitoses intestinais. Prevenção de disenterias amebianas.
­ O uso tópico: Dermato micoses, paradontopatías, hiperqueratosis.


Berinjela
Solanum melongena


Originária da Índia e cultivada na África, de onde chegou à Europa e mais tarde às Américas. É encontrada no Brasil desde o século 17. Acredita-se que os padres carmelitas foram os primeiros a experimenta-las em seus conventos e, encantados com seu sabor e propriedades terapêuticas, passaram a divulgar o seu consumo. A aceitação foi tão grande que a berinjela in natura encontra-se totalmente incorporada a nossa alimentação nos dias atuais. É composta de vitaminas, sais minerais, saponinas, compostos fenólicos, flavonóides e glicoalcalóides. Atua de forma medicinal na vesícula e fígado. A berinjela é excelente para quem tem pressão alta, ajuda a controlar os níveis de colesterol e triglicerídeos, pois, estudos comprovaram que a berinjela apresenta ação hipocolesterolêmica, reduzindo os níveis de colesterol sangüíneo. Além destas propriedades, também é indicada para quem faz regimes de emagrecimento por tratar-se de um bom suplemento de vitaminas: A, B1, B2, B5, C e de potássio, cálcio e magnésio. Apresenta também atividade antioxidante, auxiliando na redução ao risco de doenças cardiovasculares.

INDICAÇÕES
­ Protetor das funções hepáticas.
­ Aumenta a produção de bílis e sais biliares.
­ Facilita a contração da vesícula biliar.
­ Antioxidante.
­ Laxante.
­ Digestiva.
­ Auxiliar na ação diurética.
­ Diminui e regula o colesterol.


Carvão Vegetal
Carbo activatus


O primeiro conhecimento do uso da capacidade adsortiva do carvão data do antigo Egito, onde era usada para purificação de óleos e para aplicações medicinais. No século XVIII os navios de longo curso usavam pedaços de carvão nas barricas de água para prolongar sua potabilidade. As primeiras patentes de processos de ativação começaram a surgir somente no século XX, porém o maior desenvolvimento de um carvão ativado com alta qualidade deu-se na 1º Guerra Mundial, para fabricação de máscaras contra gases, com filtro de carvão ativado com elementos de gases venenosos. Na 2º Guerra o desenvolvimento se fez em larga escala numa vasta gama de aplicações industriais tais como: recuperação de solventes, suporte catalítico, recuperação de metais preciosos, produção de bebidas, purificação de ar e água.
No Brasil, Martins faz referências ao uso do carvão entre os indígenas misturado às gorduras animais no tratamento de tumores e úlceras malignas. O carvão vegetal tem a propriedade de adsorver substâncias que, em contato com bactérias intestinais contribuem para a produção de flatulências. Suas propriedades adsorventes são determinadas não somente por sua estrutura porosa, mas por sua constituição química. É um notável condutor de oxigênio, sendo um extraordinário eliminador de toxinas. Devido a sua rapidez de ação o carvão vegetal é considerado um agente útil no tratamento de envenenamentos. O carvão ativado se liga ao tóxico residual no lúmen do trato gastrintestinal reduz acentuadamente a absorção deste. O carvão ativado pode interromper a circulação entero-hepática das drogas tóxicas e aumentar o ritmo de eliminação de tóxico no organismo. Age também adsorvendo gases produzidos pela fermentação intestinal, evitando dores no aparelho digestivo e flatulências.


INDICAÇÕES

­ Indicado no combate de gases gástricos e intestinais. É utilizado no combate à flatulência.
­ Dores de estômago.
­ Mau hálito e aftas.
­ Intoxicações (protetor e adsorvente gastrintestinal).


Centela
Centella asiatica



Popularmente conhecida como centelha, centela, centela-da-Ásia, pata-de-mula, pata-de-burro ou pé-de-cavalo, é uma espécie cosmopolita, de uso tradicional no tratamento de feridas e lesões cutâneas diversas. No Brasil, ocorre nos Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, sendo encontrada em quase todos os ambientes e obtida por extrativismo ou por importação. O mecanismo de ação de Centella Asiática ocorre através da ação estimulante na formação de componentes estruturais do tecido conectivo, da atividade sobre o endotélio vascular e a microcirculação, somada a ação hemostática, cicatrizante, antiulcerogênica. A fração triterpênica (asiaticosídeo, mandecassosideo, ácido asiático e mandecássico) e as saponinas glicosiladas (ácido brahmico e brahmósideo) são os principais princípios ativos envolvidos nestas ações.
A centelha é um vegetal realmente efetivo no combate à celulite. Ela atua no organismo tonificando e reforçando as paredes das veias e vasos linfáticos, melhorando a irrigação dos tecidos da pele e desse modo, o colágeno retorna à sua forma e estrutura corretas e as toxinas e líquidos retidos sob a pele são eliminados pois ela normaliza os espaços intercelulares nos tecidos e ativa a circulação sanguínea. Atua também na obesidade, varizes e hemorróidas além de auxiliar na cicatrização tecidual.

INDICAÇÕES
­ Insuficiência venosa nos membros inferiores: como regulador do metabolismo do tecido conectivo e da microcirculação, hemostático e como antiinflamatório.
­ Úlcera trófica venosa: como regulador do metabolismo do tecido conectivo e da microcirculação, antiulcerogênico e como antiinflamatório e cicatrizante.
­ Síndrome pós flebítica: como regulador do metabolismo do tecido conectivo e da microcirculação, hemostático e como antiinflamatório e cicatrizante.
­ Microangiopatia hipertensiva venosa: como regulador do metabolismo do tecido conectivo e da microcirculação, e como antiinflamatório.
­ Lipodistrofia Graus I, II, III: auxiliar do tratamento como regulador do metabolismo do tecido conectivo e da microcirculação, e como antiinflamatório.
­ Na melhora da cicatrização e prevenção de formação de quelóide em cicatrizes cirúrgicas e lesões cutâneas: como cicatrizante, e regulador do metabolismo do tecido conectivo e antiinflamatório.
­ Úlcera gástrica: como auxiliar do tratamento convencional do processo cicatricial e antiulcerogênico de úlceras gástricas.


Chlorella
Chlorella pyrenoidosa




Ela habita as águas doces do planeta há dois bilhões de anos. Como organismo unicelular que é, está relacionada ao próprio surgimento da vida no planeta. Mas, apesar de tão antiga e importante, a minúscula alga Chlorella só foi descoberta como alimento há pouco tempo. Dos seres vivos que possuem proteínas, ela é a mais rica nesse tipo de nutriente (presente em 60% de sua composição) além das principais vitaminas como A, B1, B2, B6, B12, C, E, K, niacina, ácido pantotênico, ácido fólico, biotina e colina. Também é rica nos minerais cálcio, magnésio, zinco, cobre, manganês, ferro, enxofre, iodo, fósforo, potássio, cobalto e selênio. Também em enzimas, ácidos graxos polisaturados e ácido lipoico.Os japoneses, que reconhecem o poder energético das algas devido à alta capacidade de fotossíntese que elas têm, chama a Chlorella de Super Alga. Ela é retirada da natureza sob a forma de um caldo espesso de cor verde-escura, a partir do qual se fazem cápsulas, comprimidos ou pó.

INDICAÇÕES
­ Supre as deficiências de proteinas, vitaminas e minerais.
­ Normaliza a digestão e a função intestinal.
­ Estimula o crescimento e a recuperação dos tecidos.
­ Estimula as funções cerebrais, principalmente em crianças.
­ Reduz o envelhecimento precoce e a degeneração orgânica.
­ Proporciona recuperação mais rápida de contusões, perdas de tecidos, fraturas e cirurgias.
­ Fortalece o sistema imunológico.
­ Protege contra agentes poluentes e tóxicos e radiações de diversos tipos, principalmente solar (raios ultra-violeta).
­ Ajuda na eliminação das toxinas retidas nos tecidos orgânicos derivadas da alimentação industrializada.
­ Previne doenças degenerativas como câncer, cardiopatias, diabetes, arteriosclerose, reumatismo.
­ Auxilia o tratamento das infecções em geral - bacterianas, virais, por fungos.
­ Auxilia o emagrecimento (para isso, deve ser ingerida uma hora antes das refeições).


Colágeno



O colágeno é uma proteína estrutural básica e representa cerca de 30% do total de proteínas dos mamíferos. É um componente essencial dos tecidos e sistema esquelético. O fibroblasto é a célula que sintetiza colágeno, proteína fibrosa presente em todos os organismos multicelulares. O colágeno, proteína predominante na pele, ossos, dentes e cartilagens, dá sustentação da pele. Sendo uma proteína fibrilar do tecido conjuntivo, tem como principal função impedir a deformação dos tecidos, mantendo sua forma estrutural. Suas fibras são responsáveis, além de outras funções, pela estrutura de tendões, ligamentos e veias. Entre as peculiaridades dessa proteína, destacam-se a presença de hidroxiprolina e hidroxilisina, que normalmente não se encontram em outras proteínas, e o elevado teor de glicina, que representa cerca de 25% da sua estrutura. A capacidade natural de produção de colágeno, necessária para a saúde e elasticidade da pele, começa a diminuir 1 a 2% a cada ano após os 20 anos de idade, praticamente desaparecendo entre os 45 e 50 anos. Pode ser utilizado como coadjuvante no tratamento de carências alimentares e num leque imenso de opções por ser um alimento protéico de alto valor biológico.

INDICAÇÕES
­ Combate a flacidez, rugas e fragilidade óssea. Com a perda do colágeno, os músculos ficam flácidos, existe diminuição da densidade dos óssea, as articulações e ligamentos perdem a elasticidade e a força, a cartilagem que envolve as articulações fica frágil, porosa com aspecto de almofada. O colágeno é o principal veículo de constituição da musculatura e uma pele saudável, pois 80% da derme é constituída de colágeno, que garante a firmeza e sustentação.
­ Fortalece a pele e cabelos. O colágeno por ser a base para todos os órgãos e estruturas do nosso organismo, leva ao fortalecimento também dos cabelos, das unhas.
­ Combate a celulite. Auxilia no funcionamento do sistema linfático, pois ajuda a regenerar as válvulas que procedem o fluxo da linfa, o que leva a uma melhora sensível das celulites.
­ Previne contra estrias. Ajuda a evitar também o aparecimento de estrias devido ao estiramento da pele, pois auxilia no aumento da elasticidade da pele que apresentará uma maior tonicidade/firmeza, através do estímulo da regeneração colágena e da renovação celular.


Copaíba



A árvore da Copaíba é encontrada principalmente no sul da floresta tropical, particularmente no Brasil (Região Amazônica). O óleo de copaíba constitui um material resinoso extraído de dentro do tronco da árvore com o auxílio de um instrumento chamado "trado" que perfura o tronco sem danificar, após o processo de retirada do óleo, fecha-se o orifício usando um pedaço de madeira do mesmo, permitindo que ela continue produzindo essa importante resina. Os índios aborígenes da Amazônia utilizavam este óleo para untar o corpo depois dos combates, para curar as feridas. Os colonos descobriram outras aplicações, utilizando-o como antisséptico das vias urinárias e respiratórias e particularmente em bronquites.

INDICAÇÕES
­ Restabelecendo as funções das membranas mucosas, modifica as secreções e acelera a cicatrização, podendo ser aplicado externamente em feridas, eczemas, psoríases e urticárias;
­ Tem ação expectorante, agindo em problemas pulmonares como tosses e bronquites;
­ Interna ou externamente, age sobre as vias respiratórias e urinárias, tornado-se um poderoso antisséptico;
disenteria, incontinência urinária, cistite e leucorréia, tanto para uso adulto ou pediátrico;
­ Com todas estas propriedades, o uso tópico do óleo de copaíba auxilia no tratamento de caspas e acne, sendo ainda um ótimo cicatrizante de pequenas irritações do couro cabeludo;


Dolomita

Trata-se de uma rocha cuja composição química básica é CARBONATO DUPLO DE CÁLCIO E MAGNÉSIO (CaMg) que de forma natural, estão na proporção adequada favorecendo a absorção e fixacão do cálcio e magnésio, elementos básicos para o organismo. Devido a sua composição, ela é branca e chega a uma textura finíssima.
Produto natural composto por 60% de óxido de cálcio, 30% de óxido de magnésio e traços de ferro. Amplamente utilizado nos Estados Unidos há mais de 50 anos, é considerado um ótimo suplemento alimentar, prevenindo várias doenças como osteoporose, hipertensão, ataques cardíacos, dores de cabeça, enfraquecimento dos ossos, unhas e dentes, cãibras, cólicas menstruais, raquitismo, colesterol, distúrbios neuromusculares, insônia, entre outras das quais esses dois compostos têm participação.
O Cálcio é o cátion de maior concentração no homem, correspondendo a 1,7% do peso do corpo no homem adulto normal (70 kg). O que equivale a cerca de 1,1 - 1,2 kg. Desse total 99% encontra-se nos ossos e nos dentes. Além disso, o cálcio participa da contração muscular. Exerce efeito moderador na excitação vagal, na permeabilidade da membrana celular e dos capilares, na excitabilidade neuromuscular e ativa a transmissão do impulso nervoso. O cálcio atua também como cofator metálico na passagem da protrombina, da trombina e na ação de outras enzimas responsáveis pela coagulação sanguínea. A sua deficiência provoca alterações na contratura muscular periférica (tetania calciopênica) do miocárdio e de músculos lisos.
Já o Magnésio é o segundo cátion mais abundante nos líquidos intracelulares. É essencial para a atividade de vários sistemas enzimáticos, tendo papel importante no que diz respeito à transmissão neural e à excitabilidade muscular. A deficiência de magnésio é acompanhada por uma variedade de distúrbios estruturais e funcionais.

INDICAÇÕES

­ Osteoporose;
­ Problemas cardiovasculares;
­ Hipertensão;
­ Taxa elevada de colesterol;
­ Irritabilidade;
­ Depressões endógenas e neuróticas;
­ Distúrbios neuromusculares;
­ Enfraquecimento dos ossos, dentes e unhas;
­ Diminuição da elasticidade muscular, etc.
­ Além de contraturas, a dolomita previne cãibras e microfraturas(tão comum nos atletas ) e aumenta a flexibilidade dos músculos.


Ginko
Ginkgo biloba




Uma planta que atrai, até hoje, o interesse de diversas áreas das ciências. É a única representante viva do seu gênero, cuja origem remonta ao princípio da criação. Seu emprego, principalmente em doenças respiratórias na medicina popular chinesa, já era descrito em 2.800 a.C. e tem evoluído com o passar dos tempos. Da aplicação de compressas das folhas, a ingesta de chás, tinturas, extratos espessos e secos, até a incorporação de produtos otimizados na obtenção de formas farmacêuticas sólidas, este vegetal é um dos exemplos mais consistentes do aprimoramento do conceito de produto fitoterápico e de estratégia terapêutica. Os estudos pré-clínicos e clínicos realizados com o extrato de Ginkgo demonstraram ações farmacológicas significativas. O extrato total da planta apresenta atividade farmacológica maior que seus componentes fitoquímicos isolados, sugerindo um sinergismo entre seus vários componentes.

INDICAÇÕES

São várias as indicações do Ginkgo:

­ Varizes;
­ Hemorróidas;
­ Insuficiência circulatória cerebral crônica;
­ Cefaléias vasculares;
­ Perda de memória;
­ Redução do rendimento intelectual;
­ Vertigem;
­ Labirintite;
­ Fragilidade capilar, flebites e tromboflebites;
­ Hipertensão arterial;
­ Retinopatías;
­ Claudicação intermitente;
­ Demência senil, demência vascular.
­ Atua também na prevenção de arterioscleroses e tromboembolismo pois melhora as propriedades fluídicas do sangue, favorecendo a perfeita alimentação e oxigenação dos tecidos evitando casos de distúrbios circulatórios, perda de memória, labirintite e diminuição da capacidade auditiva e intelectual, devido à má irrigação cerebral.


Ginseng
Panax ginseng M.




O Ginseng, que em chinês significa imagem do homem, é originário da Manchúria e Coréia do Norte onde é utilizado há mais de 3000 anos como uma planta estimulante, reconstituinte, geradora de vitalidade, conhecido como elixir da longa vida. A raiz do ginseg e suas preparações tinham um lugar estabelecido nas artes de cura tradicionais da Ásia Oriental há mais de 3000 anos. Além disso, o Ginseng gerou aquilo que pode ser o mais extenso corpo de literatura científica jamais publicado sobre uma planta medicinal.
Com base em suas propriedades farmacológicas, os extratos de Ginseng têm sido classificados como uma nova classe de compostos conhecidos como adaptógenos ou agentes antiestresse. O termo adaptógeno foi sugerido em 1947 para descrever a ação de fármacos que aumentam a resistência não-específica do organismo às influências externas, como as infecções e o estresse. Os ginsenosídeos são considerados os responsáveis pela maioria das atividades farmacológicas do Ginseng. Deste modo, o Ginseng não está destinado a combater uma enfermidade específica, sendo o seu emprego direcionado ao aumento e potencialização da capacidade de defesa do organismo frente a agressões físicas ou psíquicas.

INDICAÇÕES

­ Como adaptogênio e tônico geral, para revigorar e fortificar o organismo em situações de estresse, fadiga, debilidade, depressão leve e declínio da capacidade de trabalho e concentração.
­ Pacientes convalescentes: como revitalizante após doenças de longa duração.
­ Fadiga e redução da memória associados a velhice: como revitalizante, antioxidante e adaptogênio.
­ Tratamento de neurastenia, neuralgia, insônia, hipotonia e, em especial, estados depressivos associados com impotência sexual.


Guaraná
Paullinia cupania




O guaraná é originário da Amazônia brasileira, venezuelana e Guianas. A espécie P. cupana é cultivada na Amazônia brasileira, na região de Maués. As sementes, torradas e privadas de tegumento são transformadas em "pães de guaraná" e defumadas, durante dias, até o completo endurecimento para utilização como estimulante e revigorante pelos indígenas e na medicina popular ocidental. Indicado como tônico geral e estimulante do sistema nervoso central. Combate o estresse e a fadiga causado pela grande carga de trabalho muscular, restabelecendo temporariamente a capacidade física e mental. Também aumenta o fluxo sanguíneo e batimentos cardíacos prevenindo a arteriosclerose e tonificando o coração.

INDICAÇÕES

­ Indicado como tônico geral e estimulante do sistema nervoso central.
­ Combate o estresse e a fadiga causado pela grande carga de trabalho muscular, restabelecendo temporariamente a capacidade física e mental.


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